Tecnologias na Educação: Ensino de Ciências e Matemática
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Tecnologias de comunicação e informação (TIC) usadas no processo de ensino–aprendizagem
Portanto,
para que possamos compreender o condicionamento clássico (aprendizagem
de sinais), o condicionamento operante (aprendizagem de atos) e a aprendizagem
por soluções de problemas no uso das tecnologias, utliza-se o
questionamento: Como se dá o condicionamento? Segundo Herbert, através do
Associacionismo, onde a aprendizagem é uma série ordenada, que abriu caminho e
influenciou diretamente nos métodos instrucionais atualmente utilizados, apesar
de serem criticadas pelo modelo mecanicista, este modelo foi utilizado para a
criação de novas tecnologias.
Com base
nestas perspectivas do condicionamento levar ao conhecimento e autonomia, temos
a questão do "uso pelo uso das
tecnologias". Esse questionamento é uma garantia de estar inserido no
mundo da tecnologia ou na sociedade digital? O uso pelo uso de algo, obtém-se somente as habilidades técnicas,
fato que pode-se dizer que foram condicionados, condicionamento leva ao conhecimento, porém não de forma
isolada, faz-se necessário um motivo pelo qual se desenvolva interesse e ação
de um estado motivacional que sustente a aprendizagem.
Para PIAGET o conhecimento se constrói
da forma de como o ser humano conhece o mundo, considerando que cada um vive em
um mundo diferente, há uma
necessidade em se compreender como se constrói o conhecimento. Piaget
desenvolveu suas teses, na teoria da aprendizagem, onde teve uma enorme
contribuição no campo da pedagogia e demais áreas do conhecimento, sua
afirmação "fazer é compreender",
nos faz entender que o condicionamento se adquire no 'fazer' para 'compreender'
e adquirir autonomia para resolver problemas.
Midia, Sociedade e Cultura - Os Conceitos e os Usos
Primeiramente
procuramos conceituar mídia: de acordo com o material disponibilizado no
Conteúdo do Módulo uma das definições de Mídia é todo procedimento técnico que permite a distribuição, difusão ou
comunicação das obras intelectuais escritas, sonoras ou visuais.
Assim
como a Mídia tem várias definições, também a Cultura não é diferente, sendo a
mais complexa, vejamos então o conceito mais objetivo segundo a Constituição
Brasileira Art. 216, parágrafos de I ao V:
Art.
216 - Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e
imaterial, tomadas individualmente ou em conjunto, portadores de referencia a
identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade
brasileira nos quais se incluem:
I -
As formas de expressão;
II -
Os modos de criar, fazer e viver;
III -
As criações científicas, artísticas e tecnológicas;
IV -
As obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às
manifestações Artísitico-cultural.
V -
Os conjuntos urbanos e sítios de valores históricos, paisagísticos, artísticos,
arqueológicos, paleonteológicos, ecológico e científico.
Diante
desta abrangência de especificações pelos parágrafos que caracterizam a cultura
de uma sociedade em especial do Brasil, percebemos que basicamente “tudo”
referente a uma nação é a imagem expressamente cultural de modo vivo, fóssil,
biológico, científico, etc., integrado pelo conjunto de membros de uma coletividade
sujeito as mesmas leis denominado sociedade.
A
Cultura é a identidade de uma sociedade, a mídia é o mantenedor do produto do
intelecto, artístico, histórico, tecnológico, expressivo, científico desta
cultura em tempos passados, presente e futuro. Desse modo, observamos que ambas
estão intrinsecamente relacionadas, a cultura “alimenta” a Mídia e a Mídia
integra, promove e cria novas culturas.
Avaliação Educacional
A avaliação da
aprendizagem, na perspectiva de investigação e intervenção é um recurso
pedagógico disponível ao educador para que auxilie o educando na busca de sua
“autoconstrução” e de seu modo de estar na vida mediante aprendizagens
bem-sucedidas, de maneira que o educador possa identificar a eficácia e a
ineficácia dos atos e recursos utilizados, bem como corrigir a direção da
atividade e dos seus resultados. Atualmente, a avaliação
da aprendizagem consiste em “uma atribuição de qualidade, com base em dados
relevantes da aprendizagem dos educandos, para uma tomada de decisão”. (LUCKESI,
2011).
Para Ausubel (1999), a
avaliação consiste em determinar o grau em que vários objetivos, de importância
educativa, estão sendo alcançados na realidade, ou seja, avaliar na concepção
de Ausubel é fazer um juízo de valor ou de mérito, através da apreciação dos
resultados na satisfação de metas estabelecidas. Perrenoud (1999), contudo, demonstra
uma visão mais contextual, para o mesmo a avaliação é um ato que faz parte da
vida humana, e reflete diretamente na criação de hierarquias, em função das
quais se decidirão a progressão do curso seguido, a formação acadêmica e o
mercado de trabalho.
Avaliar requer condições
prévias como disposição psicológica de acolher a realidade como tal e a escolha
da teoria de embasamento para investigação. Luckesi
(2011) considera que primeiramente para realizar um trabalho de avaliação faz
necessário dispor de uma definição consistente sobre o conhecimento por parte
do avaliador. O conhecimento na sua visão é definido como uma ação de elucidar,
conhecer o que ainda é desconhecido, investigar o que é obscuro, produzir a
compreensão de algo, ou seja, conhecer é elucidar a realidade. Ressalta ainda
que o ato de avaliar é um ato de investigar. Enquanto a ciência estuda como
funciona a realidade, a avaliação estuda a qualidade desta realidade. Ambas
fazem uso de rigorosos recursos metodológicos: a ciência descreve e interpreta
a realidade, enquanto a avaliação descreve-a e qualifica-a.
Além da definição coesa do
conhecimento por parte do avaliador, Luckesi e Ausubel, consideram também a
escolha de uma teoria da avaliação e a validade como parâmetros para se obter
legitimidade e confiabilidade nos resultados.
AUSUBEL, David Paul.
Psicologia Educativa: um ponto de vista cognitivo, Novak, Joseph D./Hanesian,
Helen, 2ª ed. México: Trillas, 1983 (reimp., 1999).
LUCKESI, Cipriano
Carlos. A avaliação da Aprendizagem: componente do ato pedagógico, 1ª ed. São
Paulo: Cortez, 2011.
PERRENOUD, Philippe.
Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens – entre duas lógicas,
trad. Patrícia Chittoni Ramos, Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
MAPA CONCEITUAL - Plano de Aula
Mapa conceitual da aula de elaboraração de gráficos a partir de
situações problemas que envolvem funções crescente e decrescente, por meio do uso do Software Geogebra[1].

[1]O Geogebra é um software gratuito de matemática dinâmica, onde podemos trabalhar a geometria, a álgebra e o cálculo. Este software nos oferece a oportunidade de visualizar a relação da representação algébrica com a geométrica de um objeto em estudo e pode ser instalado nos computadores da escola/instituição, sem custo.
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