terça-feira, 13 de novembro de 2012

Tecnologias de comunicação e informação (TIC) usadas no processo de ensino–aprendizagem




  As "Concepções de Aprendizagem, serve de base para que se discuta o papel de cada mídia na educação", afirma MAMEDE. A aprendizagem leva ao desenvolvimento, o ato de aprender e a compreensão do condicionamento, que por muito tempo imperou na forma de ensino aprendizagem e que atualmente é considerado importante.
Portanto, para que possamos compreender o condicionamento clássico (aprendizagem de sinais), o condicionamento operante (aprendizagem de atos) e a aprendizagem por soluções de problemas no uso das tecnologias, utliza-se o questionamento: Como se dá o condicionamento? Segundo Herbert, através do Associacionismo, onde a aprendizagem é uma série ordenada, que abriu caminho e influenciou diretamente nos métodos instrucionais atualmente utilizados, apesar de serem criticadas pelo modelo mecanicista, este modelo foi utilizado para a criação de novas tecnologias.
Com base nestas perspectivas do condicionamento levar ao conhecimento e autonomia, temos a questão do "uso pelo uso das tecnologias". Esse questionamento é uma garantia de estar inserido no mundo da tecnologia ou na sociedade digital? O uso pelo uso de algo, obtém-se somente as habilidades técnicas, fato que pode-se dizer que foram condicionados, condicionamento  leva ao conhecimento, porém não de forma isolada, faz-se necessário um motivo pelo qual se desenvolva interesse e ação de um estado motivacional que sustente a aprendizagem.
Para PIAGET o conhecimento se constrói da forma de como o ser humano conhece o mundo, considerando que cada um vive em um mundo diferente, há uma necessidade em se compreender como se constrói o conhecimento. Piaget desenvolveu suas teses, na teoria da aprendizagem, onde teve uma enorme contribuição no campo da pedagogia e demais áreas do conhecimento, sua afirmação "fazer é compreender", nos faz entender que o condicionamento se adquire no 'fazer' para 'compreender' e adquirir autonomia para resolver problemas.

Midia, Sociedade e Cultura - Os Conceitos e os Usos



Primeiramente procuramos conceituar mídia: de acordo com o material disponibilizado no Conteúdo do Módulo uma das definições de Mídia é todo procedimento técnico que permite a distribuição, difusão ou comunicação das obras intelectuais escritas, sonoras ou visuais.
Assim como a Mídia tem várias definições, também a Cultura não é diferente, sendo a mais complexa, vejamos então o conceito mais objetivo segundo a Constituição Brasileira Art. 216, parágrafos de I ao V:
Art. 216 - Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomadas individualmente ou em conjunto, portadores de referencia a identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira nos quais se incluem:
I - As formas de expressão;
II - Os modos de criar, fazer e viver;
III - As criações científicas, artísticas e tecnológicas;
IV - As obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações Artísitico-cultural.
V - Os conjuntos urbanos e sítios de valores históricos, paisagísticos, artísticos, arqueológicos, paleonteológicos, ecológico e científico.

Diante desta abrangência de especificações pelos parágrafos que caracterizam a cultura de uma sociedade em especial do Brasil, percebemos que basicamente “tudo” referente a uma nação é a imagem expressamente cultural de modo vivo, fóssil, biológico, científico, etc., integrado pelo conjunto de membros de uma coletividade sujeito as mesmas leis denominado sociedade.

A Cultura é a identidade de uma sociedade, a mídia é o mantenedor do produto do intelecto, artístico, histórico, tecnológico, expressivo, científico desta cultura em tempos passados, presente e futuro. Desse modo, observamos que ambas estão intrinsecamente relacionadas, a cultura “alimenta” a Mídia e a Mídia integra, promove e cria novas culturas.

Avaliação Educacional



A avaliação da aprendizagem, na perspectiva de investigação e intervenção é um recurso pedagógico disponível ao educador para que auxilie o educando na busca de sua “autoconstrução” e de seu modo de estar na vida mediante aprendizagens bem-sucedidas, de maneira que o educador possa identificar a eficácia e a ineficácia dos atos e recursos utilizados, bem como corrigir a direção da atividade e dos seus resultados. Atualmente, a avaliação da aprendizagem consiste em “uma atribuição de qualidade, com base em dados relevantes da aprendizagem dos educandos, para uma tomada de decisão”. (LUCKESI, 2011).
Para Ausubel (1999), a avaliação consiste em determinar o grau em que vários objetivos, de importância educativa, estão sendo alcançados na realidade, ou seja, avaliar na concepção de Ausubel é fazer um juízo de valor ou de mérito, através da apreciação dos resultados na satisfação de metas estabelecidas. Perrenoud (1999), contudo, demonstra uma visão mais contextual, para o mesmo a avaliação é um ato que faz parte da vida humana, e reflete diretamente na criação de hierarquias, em função das quais se decidirão a progressão do curso seguido, a formação acadêmica e o mercado de trabalho.
Avaliar requer condições prévias como disposição psicológica de acolher a realidade como tal e a escolha da teoria de embasamento para investigação. Luckesi (2011) considera que primeiramente para realizar um trabalho de avaliação faz necessário dispor de uma definição consistente sobre o conhecimento por parte do avaliador. O conhecimento na sua visão é definido como uma ação de elucidar, conhecer o que ainda é desconhecido, investigar o que é obscuro, produzir a compreensão de algo, ou seja, conhecer é elucidar a realidade. Ressalta ainda que o ato de avaliar é um ato de investigar. Enquanto a ciência estuda como funciona a realidade, a avaliação estuda a qualidade desta realidade. Ambas fazem uso de rigorosos recursos metodológicos: a ciência descreve e interpreta a realidade, enquanto a avaliação descreve-a e qualifica-a.
Além da definição coesa do conhecimento por parte do avaliador, Luckesi e Ausubel, consideram também a escolha de uma teoria da avaliação e a validade como parâmetros para se obter legitimidade e confiabilidade nos resultados.

AUSUBEL, David Paul. Psicologia Educativa: um ponto de vista cognitivo, Novak, Joseph D./Hanesian, Helen, 2ª ed. México: Trillas, 1983 (reimp., 1999).
LUCKESI, Cipriano Carlos. A avaliação da Aprendizagem: componente do ato pedagógico, 1ª ed. São Paulo: Cortez, 2011.


PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens – entre duas lógicas, trad. Patrícia Chittoni Ramos, Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

MAPA CONCEITUAL - Plano de Aula

Mapa conceitual da aula de elaboraração de gráficos a partir de situações problemas que envolvem funções crescente e decrescente, por meio do uso do Software Geogebra[1].



[1]O Geogebra é um software gratuito de matemática dinâmica, onde podemos trabalhar a geometria, a álgebra e o cálculo. Este software nos oferece a oportunidade de visualizar a relação da representação algébrica com a geométrica de um objeto em estudo e pode ser instalado nos computadores da escola/instituição, sem custo.