O processo
de ensino-aprendizagem de conteúdos matemáticos adquire um significado especial
quando o professor insere situações problemas, de modo que o aluno passe a
observar a necessidade de compreensão e busque a solução. A resolução de
problemas desempenha um papel de suma importância nos conteúdos curriculares,
em questões que geralmente os alunos apresentam mais dificuldades. Por isso, os
professores devem proporcionar diferentes recursos didáticos em sala de aula, a
fim de garantir a efetividade do seu trabalho (MENDOZA, 2009).
Sternberg
faz uma abordagem sobre a como às pessoas realizam os “saltos mentais”, que as
conduzem de um conjunto de dados conhecido para a resolução de problema,
estabelecendo um processo de solução. Para Sternberg uma situação problema é
identificada, quando o questionamento não tem uma resposta imediata, para tal
situação são apresentados os passos do ciclo da resolução de problemas[1]: a) identificação do problema; b) definição do problema; c) formulação
de estratégia; d) organização das informações; e) alocação de recursos; f)
monitoramento; e g) avaliação. No entanto, a ordem pode ser alterada em função
da necessidade ou mesmo omitir ou agregar passos quando parecer apropriado
(STERNBERG, 2010, p. 383 e 384).
[1]
Abordagem do ciclo da resolução de problemas também pode ser encontrada nas
obras de (Bransford, Stein, 1993; Hayes, 1989; Pretz, Naples, Stenberg, 2003,
Stenberg, 1986).
MENDOZA, Héctor José Garcia. La Teoria de La Atividad de Formación por
Etapas de Las Acciones Mentales em La Resolución de Problemas, Ana Maria
Ortiz Colón, Juan Martinez Moreno, Oscar Tintorer Delgado, Revista Científica
Internacional “Inter Sciencie Place”,
Indexada ISSN 1679-9844, www.intercienceplace.org. Ano 2, nº09,
setembro/outubro, 2009.
STENBERG, Robert J.
Psicologia Cognitiva; tradução Anna Maria Dalle Luche, Roberto Galman; revisão
técnica José Mauro Nunes, São Paulo: Cengage Learning, 2010.
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